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Data de Publicação: 24/04/2017
Em procedimentos de formação de contratos públicos, em que seja apresentada mais do que uma proposta, torna-se necessário proceder a uma avaliação, para determinar qual das propostas deverá ser a escolhida. A avaliação é, assim, um momento determinante, que está dependente de um conjunto de escolhas que a entidade adjudicante deverá realizar numa fase inicial do procedimento com respeito pelas exigências constantes do Código dos Contratos Públicos. Com esta palestra pretende-se justamente chamar a atenção para a essencialidade desta fase e para os diversos problemas que a mesma comporta.

Sessão por:
Luís Verde de Sousa

Luís Verde de Sousa é assistente convidado da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, advogado e jurisconsulto, desenvolvendo a sua investigação académica e prática forense na área do direito administrativo, com particular incidência no universo da contratação pública. É mestre em ciências jurídico-políticas, tendo publicado a sua tese sobre a negociação nos procedimentos de adjudicação, sendo ainda autor de diversas publicações na área. Desempenhou funções de perito na apreciação da legalidade de procedimentos de adjudicação e de júri em procedimentos concursais. É árbitro em processos sobre contratos públicos e tem integrado grupos de trabalho de acompanhamento do processo legislativo de diplomas com relevância em matéria de contratação pública. Tem, ainda, lecionado em vários cursos de pós-graduação em contratação pública, organizados por instituições de ensino portuguesas e estrangeiras, e participado em diversos colóquios e conferências sobre a matéria. É colaborador do conselho de redação da Revista de Contratos Públicos portuguesa.

Objetivos gerais:
- Analisar alguns aspetos da fase de avaliação de propostas apresentadas no âmbito de procedimentos de contratação pública desenvolvidos ao abrigo do Código dos Contratos Públicos.

Objetivos Específicos:
Pretende-se aprofundar as seguintes matérias:
- A distinção entre a fase de análise e avaliação de propostas;
- Os critérios de adjudicação;
- A construção de um modelo de avaliação (fatores, subfactores, coeficientes de ponderação, escalas de pontuação, fórmulas matemáticas e descritores de impacto);
- A aplicação de um modelo de avaliação;
- A resolução de problemas de empate entre propostas.

Público-alvo: Trabalhadores da Administração Pública Central e Local que lidem com as matérias objeto de formação interessados em atualizar conhecimentos, Comunidade Académica e Outros interessados que lidem, no âmbito da sua atividade profissional, com os processos de contratação regulados pelo Código dos Contratos Públicos.

Sala de Visionamento da EsACT
Dia 29 de abril de 2017
Das 10h00 às 12h00


Data de Publicação: 13/04/2017
O Carnaval dos Caretos de Podence é o caso mais mediúnico do complexo festivo a que se convencionou chamar globalmente “festas e rituais de inverno transmontanas”. Gozando não só de fama mas também de proveito, Podence é hoje uma aldeia onde a economia cultural, particularmente aquela impulsionada no período carnavalesco tem uma

importância tal que é possível sentir-lhe o eco por toda a região. Hoje Património Cultural Imaterial de Portugal, o Carnaval de Podence posiciona-se agora em busca de um reconhecimento internacional através da inclusão nas concorridas Listas do Património da Humanidade da UNESCO. Que vantagens poderá ter este reconhecimento para o caso específico de Podence, e que dilemas tem trazido, que problemas poderá gerar?

Sessão por:
Patrícia Alexandra Nunes Cordeiro
Socióloga, licenciada pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
Frequentou o Mestrado em Gestão Cultural na Faculdade de Ciências Económicas da Universidade de Barcelona (Espanha) e na Faculdade de Economia da Universidade de Bolonha (Itália) em regime de intercâmbio.
Tem formação em Inventário do Património Cultural Imaterial (DGPC/UAB).
Trabalhou num projeto de animação sociocultural em Brescia Itália em contexto de agroturismo (Centro Giocco Educativo), e num projeto de intervenção sociocultural em Barcelona envolvendo comunidades rurais da região, desenvolvido pela Companhia de Dança Iliacan/Cooperativa Cultural La Caldera. Colaborou na conceção e implementação de dois projetos de registo audiovisual de práticas tradicionais agrícolas na região Centro.
É responsável técnica pela elaboração do processo de Inscrição da Festa de Carnaval dos Caretos de Podence no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial.
Autora do volume da coleção “Rituais com Máscaras” (Progestur/Inatel) sobre o ritual de Carnaval dos Caretos de Podence. Desenvolve, atualmente, trabalho de inventariação e implementação de planos de preservação e salvaguarda de património cultural imaterial nos municípios de Macedo de Cavaleiros (Festa de Carnaval dos Caretos de Podence), Mirandela (Festa dos Caretos, de Santo Estevão e dos Rapazes de Torre Dona Chama) e Bragança (confeção artesanal de cuscos/couscous).

Objetivos gerais:
 - Proporcionar uma reflexão sobre os caminhos possíveis na gestão do património cultural imaterial, olhando particularmente para o caso do Carnaval dos Caretos de Podence.

Objetivos específicos:
- Compreender os contextos de transformação de uma prática cultural específica de uma comunidade em evento cultural de interesse “turístico”.
- Compreender o conceito de património cultural imaterial e a sua introdução nas políticas culturais internacionais e nacionais.
- Refletir sobre o papel e efeitos dos instrumentos legais de registo/reconhecimento do património cultural imaterial: Inventário Nacional do PCI e Listas da UNESCO.

Público-alvo: comunidade académica, quadros técnicos e dirigentes de instituições turísticas e culturais,  empresários de unidades de alojamento e restauração.

Grande Auditório da EsACT
Dia 19 de abril de 2017
Das 14h30 às 16h00


Data de Publicação: 03/04/2017
Os grandes eventos, desportivos, culturais e sociais são cada vez mais fator determinante para a promoção e dinamização dos Territórios, afirmando-se como uma ferramenta altamente valiosa para criar valor à sociedade e aos seus agentes. O impacto territorial é proporcional à dimensão de cada acontecimento, quando estes seguem uma linha integradora dos valores territoriais e contribuem, numa linha de promoção global, para a sua afirmação, dinamização e valorização.

Sessão por:
Paulo Costa
Diretor Geral da GlobalSport – eventos, marketing e comunicação
Licenciado em Gestão do Desporto pela Universidade da Maia
Diretor Geral da GlobalSport – eventos, marketing e comunicação
Fundador do circuito EDP Running Wonders – Meias Maratonas em Patrimónios Mundiais
Presidente da EMCODOURO S.A. – Exportação de produtos do Douro
Presidente da Confraria das Aldeias e Aldeões de Portugal
Presidente da Associação Portuguesa de Marketing Rural e Agronegócio
Diretor da Associação Portuguesa de Gestão do Desporto
Diretor da Douro Generation – Associação de Desenvolvimento local
Diretor da APOPA – Associação Portuguesa de Organizadores de Provas de Estrada
Gestor Desportivo do Ano – Portugal 2013

Objetivos gerais:
- Proporcionar aos participantes uma reflexão acerca da estratégia de Marketing aplicada aos territórios.

Objetivos Específicos:
- Compreender a criação de parcerias como fator fundamental de desenvolvimento territorial.
- Compreender os fatores que impulsionam e geram notoriedade nos territórios.

Público-Alvo: comunidade académica, quadros técnicos e dirigentes de instituições turísticas e culturais, empresários de unidades de alojamento e restauração e outros interessados.

Auditório da EsACT 
Dia 05 de abril de 2017
Das 14h30 às 16h00


Data de Publicação: 28/03/2017
A Lei n.º 35/2014, de 20 de junho, que aprovou a Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas - LTFP, integrou, com alterações e nos art.s 176º e ss., a matéria disciplinar contida na revogada Lei nº 58/2008, de 09.09 (Estatuto Disciplinar dos Trabalhadores que exercem funções públicas).

O procedimento disciplinar em causa tem vindo a suscitar o interesse de alguma doutrina portuguesa, tendo em conta a sua importância e aplicabilidade prática. Neste contexto, a presente palestra tem como objetivo analisar algumas fases do processo disciplinar comum (instrução do processo, acusação e defesa do trabalhador).

Objetivos gerais:
- Interiorizar as fases do Processo Disciplinar Comum.
- Desenvolver aspetos práticos a respeito da instrução e da defesa.
- Enquadramento do Processo de Inquérito.

Objetivos Específicos:
- Lavrar um auto de inquirição de testemunha.
- Deduzir uma acusação.
- Elaborar uma defesa.

Público-alvo: Comunidade Académica e Científica, Quadros Dirigentes e de Chefia, Técnicos Superiores e Técnicos com intervenção na área da Gestão de Recursos Humanos; Consultores Jurídicos da Administração Pública e Outros interessados.

Apresentação por:
JOSÉ  HENRIQUES
Licenciado em Direito pela Universidade Católica do Porto; em Derecho pela Universidade de Vigo; e em Filosofia, pela Universidade Católica de Braga. Mestre em Direito pela Universidade Católica do Porto. Possui várias Pós-Graduações pela Universidade Católica do Porto e pela Universidade do Minho. Titular de DEA – Diploma de Estudios Avanzados, pela Universidade de Vigo, tendo sido membro do Departamento de Direito da Universidade de Vigo.

Desde 1997 que exerce funções docentes no Instituto Politécnico do Porto (IPP), atualmente como Professor Adjunto no ISCAP. Integrou o Conselho Científico, o Conselho Pedagógico e Coordenou o Departamento de Direito e Humanidades da extinta ESEIG-IPP. Advogado especialista em Direito Administrativo, datando de 1986 a sua inscrição na Ordem dos Advogados. Está inscrito como advogado no Colégio de Abogados de Espanha. Foi advogado avençado do IPP. É ainda autor de vários artigos e co-autor do livro “Manual de Direito e Cidadania”, publicado pela Almedina, que já prepara a 4ª edição. 

Grande Auditório da EsACT
Dia 31 de março de 2017
Das 14h30 às 17h00


Data de Publicação: 27/03/2017
Os territórios de baixa densidade apresentam vários desafios ao desenvolvimento turístico, requerendo a inovação de um papel determinante para a sua atratividade. Reconhecendo as boas práticas, na conservação das observâncias socioculturais e turísticas, a EsACT-IPB organiza mais um Seminário, do Mestrado em Marketing Turístico, subordinado ao tema: “A Estratégia de Marketing Turístico de Montalegre” onde se analisará o verdadeiro Case Study da Estratégia de Marketing Turístico de Montalegre. Este concelho rural é palco de alguns dos mais notórios e inovadores eventos turísticos que ocorrem em Portugal como seja a Sexta feira 13, o Congresso de Medicina Popular ou a Feira do Fumeiro de Montalegre, exemplificando como o património imaterial aliado à inovação poderá ser gerador de valor nos territórios deprimidos.

Sessão por:
David Teixeira
Vice-presidente da Câmara Municipal de Montalegre

Licenciado pela Universidade Católica do Porto.
Master em Turismo e Gestão Hoteleira, pelo ISCET – Porto
Mestrado em “Património e Turismo” na Universidade do Minho em 2006.
Diretor da Associação de Desenvolvimento da Região do Alto Tâmega.
Entre 2003 e 2013, assumiu o cargo de presidente do Ecomuseu de Barroso.

Objetivos gerais:
- Proporcionar aos participantes uma reflexão sobre a importância de uma estratégia de Marketing aplicada a um Território.

Objetivos Específicos:
- Entender a inovação como fator fundamental de desenvolvimento;
- Identificar e analisar as grandes tendências atuais e emergentes sobre os mercados turísticos;
- Compreender e promover os fatores que impulsionam e tornam impreterível a inovação no turismo como forma de criar e manter vantagens competitivas dos destinos.

Auditório da EsACT
Dia 29 de março de 2017
Das 14h30 às 16h00

Público-Alvo: comunidade académica, quadros técnicos e dirigentes de instituições turísticas e culturais, empresários de unidades de alojamento e restauração.


Data de Publicação: 10/03/2017
O Museu do Douro, como museu de território, tem por missão a representação do património natural e cultural da Região Demarcada do Douro – consagrada com o estatuto de Património Mundial pela UNESCO em 2001 como paisagem cultural, evolutiva e viva -, distinguido internacionalmente como uma estrutura cultural e turística de referência.

A gestão do Museu do Douro está a cargo da Fundação Museu do Douro, F.P. tendo envolvido, nos últimos dez anos de existência, mais de um milhão e trezentas mil pessoas nas atividades e projetos culturais, descentralizados por espaços do Eixo Douro-Duero, com destaque para a Região Demarcada do Douro, e mais de meio milhão de visitantes e participantes nas atividades centradas no edifício sede.

Este seminário pretende responder ao desafio de alargar o conceito de museu a um território de grande relevância histórica, patrimonial e turística; e mostrar como acompanha as dinâmicas do seu território e da (s) sua (s) comunidade (s).

Sessão por:
Fernando Seara licenciou-se em 1986 em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa FAUTL. A partir de 1986 exerceu a profissão de Arquiteto em regime de profissional liberal, em atelier próprio na cidade do Porto, no quadro do qual realizou inúmeros projetos, muitos dos quais executados.

Foi professor da Escola Secundária Soares dos Reis, Porto, nos anos letivos de 1986/87 e 1987/88.

Em 1992 criou no Porto, como sócio fundador, a firma Zute Arquitectos, Lda..

Desde 1997, a residir em Cambres (Douro) dá seguimento à sua atividade de arquiteto, ainda como sócio da empresa Zute Arquitectos, Lda., com atelier nas cidades de Peso da Régua e Porto.

Entre 2003 e 2004 foi membro da Comissão Executiva para as Comemorações dos 250 Anos da Região Demarcada do Douro.

Em Janeiro de 2005 foi nomeado, pelo Governo de Portugal, responsável pela gestão do projeto Velhos Guetos – Novas Centralidades, sedeado em Alagoas (Peso da Régua), financiado no âmbito da European Free Trade Association (EFTA), em parceria com o projeto similar para Rabo de Peixe, nos Açores. Exerceu funções de gestor deste projeto até à sua conclusão em setembro de 2008.

Integra desde 2011 o Conselho Geral do Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia e Conselho Geral da Escola Profissional e Desenvolvimento Rural do Rodo.

Em dezembro de 2011 e sob consulta ao Conselho de Fundadores é designado por unanimidade do Conselho de Administração da Fundação Museu do Douro, Diretor do Museu do Douro, em dezembro de 2014 é renovado o cargo de Diretor Geral do Museu do Douro pelo período de 5 anos, funções que exerce desde essa data.

Objetivos gerais:
A declaração do Douro Vinhateiro como Património Mundial, consagrando o valor universal desta “paisagem cultural evolutiva viva”, exemplo singular da intervenção do homem na natureza em condições particularmente adversas, constituiu uma oportunidade decisiva para o desenvolvimento da região. Antes de mais, como fator estratégico para o reconhecimento regional, nacional e internacional dos valores do património cultural e patrimonial a preservar.

O Museu do Douro é um espaço museológico diferenciado, não só pelas abordagens temáticas inovadoras, mas também pela apresentação de conteúdos expositivos com recurso a renovadas linguagens, fundamental para a construção das representações e identidades das comunidades. Como estrutura cultural e turística de referência, distinguida pela qualidade e realização de programas diversificados que contribuem para um maior conhecimento e orgulho da identidade cultural da Região do Douro Património Mundial, tem como perspetivas no futuro continuar a desempenhar um papel ativo no desenvolvimento sociocultural da região, contribuir para o reforço de estruturas de animação cultural de apoio à atividade turística, contribuir para o reforço e divulgação da imagem de qualidade dos produtos regionais, em particular os vinhos, através da valorização da sua componente históricocultural, contribuir para uma maior integração da região nas rotas internacionais de enoturismo e de turismo cultural, reforçando a sua imagem como primeira região vitícola demarcada e regulamentada do mundo e como “paisagem cultural evolutiva e viva”.

Objetivos Específicos:
O grande desafio para o Douro Património Mundial é executar uma estratégia que assente em quatro áreas prioritárias: o vinho, a paisagem, a cultura e o desenvolvimento. Presentemente e face às tendências de crescimento dos fluxos turísticos à escala mundial, os desafios que se tendem a colocar ao museu de território, enquanto agente do processo de desenvolvimento cultural e de valorização das pessoas, determinam, por um lado, a exploração de novas relações e interações com os mais variados stakeholders do mercado regional, nacional e internacional.

Por outro lado, prosseguir com o trabalho nos domínios da valorização e interpretação dos recursos patrimoniais da Região Demarcada do Douro, de dinamização da Rede de Museus do Douro e de apoio técnico a iniciativas museológicas locais, de promoção artística e cultural contemporânea, e de articulação com outros projetos de integração nas rotas internacionais de enoturismo e turismo cultural.

Por último, torna-se premente conhecer melhor o turista que visita o território e os seus impactos.

Grande Auditório da EsACT
Dia 15 de março de 2017
Das 14h30 às 16h00

Público-Alvo: comunidade local e regional, comunidade académica, quadros técnicos e dirigentes de instituições turísticas, e empresários de unidades de alojamento e restauração.

 


Data de Publicação: 10/03/2017
A problemática em torno da tutela e restauração da legalidade urbanística não é recente nem o seu tratamento é estranho à doutrina e jurisprudência que, há vários anos, se debatem com o tratamento das questões ligadas à construção ilegal. De facto, a clandestinidade exige do ordenamento jurídico um exercíc adaptação à realidade, reforçado pela perenidade das situações de facto criadas, e cria situações de desigualdade muitas vezes insanáveis.

Desde logo, ao executar-se uma operação urbanística de forma aleatória e desprovida de controlo, está a vedar-se à Administração Pública, e em partícular, à Administração Local, uma efetiva intervenção na organização do território, ao nível do planeamento e da gestão urbanística. Por outra via, a execução ilegal de construções dificulta a consolidação de uma política urbanística coesa e responsável, obrigando a dar resposta a situações já existentes em vez de programar o desenvolvimento para o futuro, comprometendo-se um desenvolvimento urbanístico sustentável.

A presente palestra visa dar a conhecer as possibilidades de tutela da legalidade urbanística oferecidas pela jurisdição cível e os mecanismos processuais de a operar.

Palestra por:
Dr. José Eduardo Lima
Procurador da República

Objetivo Geral:
A presente palestra visa dar a conhecer indicações concretas e úteis sobre a tramitação e decisão dos procedimentos de tutela da legalidade urbanística, analisando o modo como têm sido aplicados (e controlados pelos Tribunais) e a forma como a sua concretização pode ser melhorada pelos serviços municipais.

Objetivos Específicos:
− perceber o conceito de interesse difuso; distingui-lo do conceito de direito subjetivo;
− identificar realidades enquadráveis no conceito de interesses difusos; o caso do urbanismo;
− reconhecer os meios processuais oferecidos para a tutela de interesses difusos;
− dar a conhecer o papel concreto do Ministério Público na tutela dos interesses difusos, no âmbito da jurisdição cível;
− trabalhar sobre os mecanismos processuais de reação a violações da legalidade urbanística, tendo por base casos concretos colocados à decisão dos tribunais.

Público-alvo: comunidade académica, dirigentes e técnicos da Administração Local, das áreas do planeamento e ordenamento do território, gestão urbanística e engenharia municipal, colaboradores técnicos externos da Administração naqueles domínios, e outros interessados.

Grande Auditório da EsACT
Dia 17 de março de 2017
Das 14h30 às 17h00

  • Seminário "Os novos formatos de promover os destinos turísticos"
  • Marketing e Inteligência Artificial
  • Abril - 2019
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    Maio - 2019
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    Junho - 2019
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